quarta-feira, 29 de março de 2017

A era digital em evidência

A mudança da tecnologia e a velocidade das informações em pauta


A premissa da verdade é onde o leitor tem que separar e prestar bastante atenção se aquilo que está sendo passado para ele é verdadeiro ou não. O jornalismo tem que passar uma mensagem verídica do tema abordado, quando errarmos (o que acontece, pois estamos sujeitos), temos que ter a humildade de voltar atrás, levantar a cabeça e pedir desculpas.


O mundo evoluiu e com ele o jeito de consumir informação, antes necessitávamos de um furo de reportagem para saber de algo inédito, ou espetacular. Hoje em dia vivemos o tempo real, onde a qualquer momento um anônimo pode publicar a notícia inédita.

Os jovens tem nascido em berço digital, aumentando a interação entre eles. Circulam informações com mais facilidade, e muita informação.

A internet mudou o jeito de participação, as pessoas estão mais interativas e se comunicando cada vez mais.  Saiba mais em https://vimeo.com/106947084

Hoje o jornalista sabe fazer de tudo um pouco, e não só ele, o mundo ficou mais plural, as empresas reduziram o quadro de funcionários graças as várias funções que uma pessoa faz. E o jornalismo também foi para esse lado, hoje o jornalista é várias coisas ao mesmo tempo.

O beta chegou muito rápido, e tão veloz quando ele é a forma que as pessoas aderem o “novo”.  As pessoas estão adquirindo a novidade, usando ela, e interagindo com ela. O que aumenta ainda mais o ciclo do “novo”.

Mas isso requer um questionamento, autocrítica, e abertura para mudança. O pensamento beta, em que nada está pronto e tudo está em transformação. A natureza é beta.

É preciso estar aberto para a inovação, pois a vida nos da erros e acertos. É importante lidar com as situações. Uma novidade é as marcas alcançarem seus públicos pelas rede sociais, eles utilizam Facebook, Twitter, Istagram e outros. Não existe mais uma necessidade extrema de contratar uma editora para alcançar a audiência.

Por isso os criadores de conteúdos ganharam mais importância no mercado. Grandes empresas contratam agências para cuidar das suas redes de comunicação que está nas redes sociais.

O jeito de narrativa tem sido o mesmo, o quem mudado é a forma que ela é distribuída. Vivemos a forma mais fragmentada possível, mais veloz, o que aumenta a necessidade de informação, quanto mais melhor e se tonar um ciclo. Veja no link: https://vimeo.com/128836880

A era digital mudou o modo de trabalho, as pessoas tem que começar a perceberem a disputa não é entre elas. A operação em rede alterou o dia-a-dia da população. A grande preocupação é de como vai ocorrer a distribuição perante a tanta tecnologia e conhecimento.            


A internet no século XXI passa a ser realidade e essencial na vida do ser humano moderno. Sempre carregamos alguns dispositivo dessa realidade conosco, seja em casa, na bolsa ou aonde vamos. É estranho porque do mesmo modo essa realidade pode levar a uma “burrice” da sociedade, ficarmos alienados e dependentes pode levar a outro caminho.

quarta-feira, 15 de março de 2017

As características do Webjornalismo na mídia brasileira

Com acesso mais fácil a internet hoje no Brasil, crianças e adolescentes estão entre os maiores consumidores dessa ferramenta. Segundo o CGI (Comitê Gestor da Internet no Brasil) 70% dos jovens entre 9 e 16 anos têm perfis em redes sociais e 68% usam a internet para navegar em redes sociais. Entre as crianças de 9 a 10 anos, este valor abrange 44% do total. Já entre pré-adolescentes de 11 e 12 anos, o percentual de usuários de redes sociais chega a 71%.

Hoje em dia é possível ver características que podem facilitar a vida do consumidor. O hipertexto é uma série de textos ligados um a outro, é possível ter vários links em uma matéria, como por exemplo, a matéria do UOL que mostra o link falando que a declaração fornecida pelo metrô não abona o atraso. O texto fala que o atraso não precisa ser justificado.             


                                             Foto: uol.com.br


Também é bastante comum ver grandes portais utilizando a mesma mensagem em diferentes plataformas, criando uma convergência. Chamamos isso de multimedialidade que é o conjunto de texto, som e imagem, no mesmo ambiente de forma integrada.

                                        Foto: globo.com/esportes


Em 2014 a Rede Globo criou o programa Superstars, o que mais chamou atenção foi o seu formato em que o telespectador escolhia a sua banda favorita e através de um aplicativo fazia o seu voto. Essa Interatividade acontece para que o leitor participe mais da matéria a ser produzida, por isso são abertos espaços para comentários nas notícias veiculadas.

O Jornal Super abre espaço em uma das suas páginas para o “Alô Redação”, onde o cidadão escreve sobre algum tema, fazendo uma reclamação ou elogio.


                                           Foto: Super Notícias


Hoje em dia a memória tem se tornado artificial, é possível ver cada mais ferramentas como o Google Drive, HD externo, Nuvem, e etc. Também existe outro tipo de memória, é a comemorativa com datas já estabelecidas como Dia da Mulher, Dia da Criança, Dia do Gari e etc.

                                Foto: G1.com


Hoje em dia não existe mais furo no jornalismo, devido aos seus concorrentes, grande parte da população utiliza redes sociais e smartphone ou seja qualquer um pode dar uma informação sobre determinado assunto, mesmo sendo de forma desajustada. 

O jeito de consumir comunicação mudou. Com o avanço da tecnologia viramos consumidores de telas, ou seja lendo notícias através de computadores, tablets e celulares. Por isso o modo de fazer conteúdo tem mudado, hoje é possível fazer um curso online por exemplo ganhando um certificado no final.

O jornalismo na era moderna é capaz de estar presentes em todos os lugares. Quando envolvemos a mídia nesse assunto, nos é possível pensar em acessos simultâneos, interativos, em tempo real e em todos os lugares.